Você já ouviu falar sobre membro fantasma? Existem relatos deste fenômeno desde o século XVI, trata-se da percepção continuada que algumas pessoas têm de seus membros que foram amputados. Embora estes membros não estejam mais ligados ao corpo, parecem que ainda estão. Por exemplo, alguém pode perder um braço, perna, pé, seio, mão, dedos e até órgãos internos e continuar a senti-lo. Às vezes, além de ter a sensação da existência deste membro, a pessoa ainda sente dores! Possivelmente o cérebro não processou a perda dele, e continua vendo-o como uma realidade existente.
Algumas crianças com diagnóstico de autismo quando pequenas veem desaparecer completamente seus sintomas quando crescem, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos. Pesquisadora trabalhou com 34 jovens que passaram a ter vida normal. Resultado leva a crer que síndrome tem evoluções 'muito diversas', diz.
"Embora o autismo geralmente persista durante toda a vida, a descoberta permite pensar que a síndrome poderia experimentar evoluções muito diversas", afirmou Thomas Insel, diretor do Instituto Americano de Saúde Mental (NIMH, na sigla em inglês), que financiou os trabalhos.
Aproveitando que hoje é sexta-feira, "dia de alegria", que é o dia mais esperados da semana para a grande maioria das pessoas, o dia em que todos começam a se programar para sair e se divertir, para deixar um pouco de lado as preocupações, problemas e rotina em que estão inseridos... Por ser um dia em que buscamos fugir dos conflitos, hoje gostaria de deixar apenas uma leve reflexão. Pois acredito que ao invés de esperarmos a semana toda para "fugir" um pouco de nossa rotina, deveríamos buscar ter uma vida que não precisássemos fugir.
Na modernidade a importância do cinema se refere às transformações na experiência estética e na percepção sensorial das coletividades humanas. O cotidiano moderno se reafirmou, enquanto potencial de produção de paradigmas de felicidade. Todavia, subversivamente as pessoas estão cada vez mais doentes e infelizes. Surge então pluralidade psicopatológica. E o cinema como veiculador de informação e de cultura, não se omitiu a estes sintomas da modernidade. Segue-se uma lista de 10 filmes que retratam, alguns desses transtornos mentais da atualidade...
Mário Quintana disse uma vez que “o pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso”. No entanto, há alguém sensível a esse contexto: o psicólogo, profissional habilitado para realizar intervenções no âmbito comportamental, cognitivo e afetivo, visando a uma melhor adaptação das pessoas no ambiente em que elas vivem e melhoria da qualidade de vida. Uma de suas atividades se refere à psicoterapia, que é o tratamento realizado em consultório, com diversas abordagens terapêuticas. Mas uma pergunta paira no ar: a quem se destina a psicoterapia?
Enquanto sua irmã gêmea se desenvolvia normalmente, o progresso da canadense Carly Fleischmann era lento. Logo foi descoberta a razão: aos dois anos de idade, ela foi diagnosticada com autismo severo. Hoje, Carly é uma adolescente que não consegue falar – mas encontrou outro meio de se comunicar. Aos 11 anos, ela foi até o computador, agitada, e fez algo que deixou toda a sua família perplexa: digitou as palavras DOR e AJUDA e saiu correndo para vomitar no banheiro.
Quem compra um remédio pode achar que só a fórmula do medicamento é que age. Falta um ingrediente essencial nisso: o poder da sua cabeça. Taí uma situação que vira e mexe deixa muito médico coçando a cabeça. Ao longo de anos de experiência clínica, não é difícil se deparar com histórias de pacientes que apresentam uma melhora acima da esperada ou até mesmo a reversão de um quadro que parecia sem solução. Milagre? Pouco provável. Apesar de ter tudo a ver com crenças. E não importa se a fé é em Deus ou na medicina. O fato de acreditar na cura é, em linhas gerais, o tal poder da mente – mais conhecido entre cientistas como efeito placebo.
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| Obs: Quem não assistiu ao filme pode ter algumas surpresas estragadas ao ler o texto. |
Poucos diretores de cinema sofrem tanta influência da psicanálise quanto Darren Aronofsky. Em 2000, nas cenas finais de “Réquiem Para um Sonho”, filmou uma antológica sequencia em que os personagens se encolhem como fetos. No contexto da história, estava clara a influência do pensamento de Freud: o ser humano se origina do inorgânico e, durante toda sua vida, apresenta uma pulsão de retornar ao estado de ser nada. Em busca do equilíbrio biológico perfeito (homeostase), os seres humanos possuem uma atração instintiva pelo útero (o nascer) e pelo túmulo (o morrer). O ser humano luta em vida, de forma inútil, pelo fim de suas tensões internas. Luta por saciar-se. Onze anos depois de “Réquiem Para um Sonho”, Aronofsky apresenta aos espectadores uma verdadeira aula introdutória à psicanálise no longa “Black Swan”. Poucos filmes possuem referências tão perfeitas e bem amarradas à teoria psicanalítica. Talvez apenas o pesado “O Anticristo”, de Lars Von Trier, seja tão contundente...








