The Corporation é um documentário canadense de 2003, dirigido e produzido por Mark Achbar e Jennifer Abbott, baseado em roteiro adaptado por Joel Bakan de seu livro The Corporation: The Pathological Pursuit of Profit and Power (com versão em português: A Corporação: a busca patológica por lucro e poder), foram convidados CEOs, lobistas, gurus, espiões, jogadores, hipotecários, corretores de títulos e estudiosos para revelar o trabalho, curiosidades, impactos controversos e futuros possíveis de quatro grandes corporações. 
A esmagadora maioria das pessoas que buscam psicoterapia (e principalmente das que não buscam), vê o psicólogo como um tipo de médico: detectado o problema/doença, vai a um profissional que saberá dizer o que está acontecendo e apresentar soluções, de modo a eliminar o problema com a maior eficácia possível.

Alguns entendimentos surgem dessa transposição direta do modelo médico para o psicológico: primeiro, que os problemas psicológicos são doenças, e devem ser eliminados de forma rápida e objetiva; segundo, que a solução para esses problemas é externa à pessoa, e está nas mãos de um profissional que conheceria o seu funcionamento mais do que ela própria; terceiro, que sendo os problemas psicológicos doenças, aqueles que não estão doentes não teriam motivos para buscar uma psicoterapia.

Todas essas idéias estão equivocadas.
Sob definição, “reality show” significa um programa televisivo que se baseia na “vida real”, e os visados da história, não seriam personagens fictícios, mas sim “pessoais reais”. Porém, sabemos que não é bem assim que as coisas realmente funcionam...

As pessoas escolhidas para participar, ditas como “pessoas comuns e normais”, no caso do Big Brother Brasil, por exemplo, são escolhidas por motivos específicos, para assumirem seu papel. Alguns desses papéis são essenciais em todas as edições, como: pelo menos um negro, uma pessoa “explosiva”, algumas mulheres e homens, cujo padrão de beleza é o mais “aceito socialmente” na Hiper-Modernidade, algum homossexual e alguém de classe média baixa.
Post contendo spoiler do filme "Como Estrelas na Terra"

Ishaan Awasthi
“Como Estrelas na Terra” é um filme que conta a história de uma criança com dislexia, se trata de um menino de 9 anos, chamado Ishaan Awasthi, que sofre muito por ter dificuldades na escola e por ser incompreendido pela família. Ishaan se dava muito mal nas matérias “principais”, como línguas e matemática, mas era um menino muito inteligente, criativo e curioso, apesar de ser visto por todos, principalmente seus pais e professores como preguiçoso, desinteressado e burro. Principalmente por seu irmão ser sempre um dos primeiros da turma, Ishaan era comparado com ele, recebendo cada vez mais cobranças.
Nós podemos fazê-lo!
É comum escutar: "Não sou feminista, sou feminina"; "Não sou feminista e nem machista". Mas será que você sabe o que é feminismo? É assustadora a quantidade de gente que não sabe o que é feminismo. Ninguém tem a obrigação de saber, é claro, mas a partir do momento em que você decide opinar sobre um assunto, é de bom tom saber do que se trata.  As pessoas são "contra" o feminismo sem sequer saber o que significa.
Hoje, 27/08 é o dia do Psicólogo! Vejo a profissão que escolhi como uma das mais belas, nobres e honradas. Lançar-se a compreender, entender e auxiliar o outro em um processo de ressignificação e cura interior (e exterior, às vezes), deixando de lado nossos próprios sofrimentos é um ato muito bonito...

Principalmente nos dias atuais, onde o cenário da Hiper-Modernidade trás à tona várias "novas doenças" e intensifica algumas já existentes, o psicólogo deve estar atento para tentar compreender todo e qualquer sofrimento advindo dessas constantes mudanças, se pondo numa constante contra-mão à sociedade capitalista em que estamos inseridos, buscando inclusão social e luta pelos direitos humanos.
Jorge Cândido de Assis, 49,
no departamento de psiquiatria
da Unifesp, em São Paulo
Ex-aluno de física e de filosofia da USP, Jorge Cândido de Assis carrega no corpo das marcas da esquizofrenia. Aos 21, durante uma crise, ele se jogou contra um trem do metrô e perdeu uma perna.

Hoje, aos 49 anos, cinco crises psicóticas, ele dá aulas sobre estigma em um curso de psiquiatria e acaba de lançar um livro no qual descreve a experiência de enlouquecer. "Entre a Razão e a Ilusão" (Artmed Editora) foi escrito em parceria com o psiquiatra Rodrigo Bressan e com a terapeuta Cecilia Cruz Villares, da Unifesp.

Leia o depoimento dele.
"Eu tinha que me preparar para um trabalho e resolvi tomar um comprimido. O resultado foi incrível. Consegui estudar 12 horas sem parar."

"Era uma época agitada na minha vida. Eu fazia faculdade de direito, trabalhava num escritório e ainda estudava para concursos públicos. Comecei a usar um remédio que o neurologista havia receitado para a minha tia. Não tive nenhum efeito colateral e senti um belo aumento na minha concentração. Na época das provas, eu aumentava a dose."