No artigo chamado "Em defesa da família tentacular", Maria Rita Kehl questiona se a “degradação
social” em que vivemos (delinquência juvenil, violência, drogadições,
desorientação dos jovens e etc) é responsabilidade ou não da “dissolução da
família” família nuclear “normal”: monogâmica, patriarcal e endogamica.
A autora faz uma análise histórica de como e porque a
tendência da sociedade tem sido se afastar cada vez mais deste padrão familiar que
as classes medias brasileiras adotaram como ideal...








