O que o aumento do consumo da “droga da obediência”, usada para o tratamento do chamado Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, revela sobre a medicalização da educação? Um estudo divulgado pela Anvisa deveria ter disparado um alarme dentro das casas e das escolas – e aberto um grande debate no país. A pesquisa mostra que, entre 2009 e 2011, o consumo do metilfenidato, medicamento comercializado no Brasil com os nomes Ritalina e Concerta, aumentou 75% entre crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 16 anos. A droga é usada para combater uma patologia controversa chamada de TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade.

A pesquisa detectou ainda uma variação perturbadora no consumo do remédio: aumenta no segundo semestre do ano e diminui no período das férias escolares. Isso significa que há uma relação direta entre a escola e o uso de uma droga tarja preta, com atuação sobre o sistema nervoso central e criação de dependência física e psíquica. Uma observação: o metilfenidato é conhecido como “a droga da obediência”.
"Permita nos apresentar como Anonymous,
e Anonymous apenas. Nós somos uma ideia.
Uma ideia que não pode ser contida,
perseguida nem aprisionada."
Aquilo que começou como uma brincadeira on-line de jovens anônimos em sites como 4Chan evoluiu para um movimento (h)activista que provou o seu poder enfrentando adversários poderosos como a Igreja da Cientologia, a Sony e o FBI, antes de tomar as ruas e se tornar o movimento Occupy. Em apoio ao Wikileaks, conseguiram travar os sites do Pay Pal e Visa e ofereceram o seu apoio e conhecimento para os jovens da Tunísia, Egito e Irã na Primavera Árabe. Como se auto-intitulam, Anonymous é uma ideia, que representa amplamente o conceito de qualquer e todas as pessoas como um grupo sem líder.

O coletivo Anonymous começou sendo associado ao hacktivismo colaborativo e internacional, de indivíduos não identificados de várias partes do mundo, que atribuíam o rótulo de “anônimos” a si mesmo, por não serem uma organização, nem terem líderes, por falarem “por uma só voz”. Eles realizaram protestos e ações defendendo e promovendo a liberdade na Internet e a liberdade de expressão no geral, combatendo ações de censura, principalmente na internet, mas também na vida real.
No artigo chamado "Em defesa da família tentacular", Maria Rita Kehl questiona se a “degradação social” em que vivemos (delinquência juvenil, violência, drogadições, desorientação dos jovens e etc) é responsabilidade ou não da “dissolução da família” família nuclear “normal”: monogâmica, patriarcal e endogamica.

A autora faz uma análise histórica de como e porque a tendência da sociedade tem sido se afastar cada vez mais deste padrão familiar que as classes medias brasileiras adotaram como ideal...
A história se repete todo ano. No Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março, a oferta de bombons, rosas vermelhas, perfumes e outros presentes considerados “femininos” aumenta consideravelmente. Porém, mais do que uma data comercial, o Dia Internacional da Mulher nasceu como um protesto contra a opressão feminina, proposto em 1910 por Clara Zétkin e Rosa de Luxemburgo, na 2ª Conferência Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhague.

“A data representa a luta das mulheres por igualdade social, política e no mercado de trabalho, mas acabou sendo comercializada e banalizada. Muitas vezes, as propagandas veiculadas nesse dia acabam sendo extremamente depreciativas e abafam a discussão da desigualdade de gêneros”, atenta Lourdes Bandeira, socióloga da Universidade de Brasília e Secretária-Executiva da Secretaria de Política para as Mulheres.

Mecanismo de defesa é uma denominação dada por Freud para as manifestações do Ego diante das exigências das outras instâncias psíquicas (Id e Superego), mas a psicanálise freudiana não é a única teoria a se utilizar desse conceito. Outras vertentes da psicologia também se utilizam dessa denominação. Quando o ego se manifesta diante de ameaças de desprazer, organizam-se mecanismos para defender o sujeito dessas ameaças.
Sendo uma denominação japonesa, Reiki traduz-se como “energia vital universal”. Erroneamente associado à religiosidade, o Reiki em nada se assemelha a crendices. Na verdade, se trata de uma terapia holística natural, ou melhor, uma terapia alternativa energética, podendo ser usado como tratamento em casos de patologias físicas, mentais e emocionais...

Certa vez perguntaram à Buda: “O que você ganhou meditando?” Buda respondeu: “Nada.” "Contudo", disse Buda, “Deixe-me lhe dizer o que eu perdi. Raiva, ansiedade, depressão, insegurança, medo da idade e da morte.”
"A verdadeira meditação é abandonar a tentativa de manipular a experiência." - Adyashanti
O que é realmente importante de se compreender sobre meditação é que não é o ato de meditar em si que importa, mas o estado de consciência que a meditação ajuda a assimilar e fortificar na nossa estrutura mental. É a conexão com a essência (pura consciência) que ela vai revivendo momento após momento.
“Lembre, você não medita para ganhar algo, mas para abrir mão de algo. Nós o fazemos, não com desejo, mas "deixando ir". Se você quer algo específico da meditação, não encontrará; não será capaz de encontrar. Mas, quando seu coração estiver pronto, a paz virá procurando por você.” - Ajahn Chah
The Corporation é um documentário canadense de 2003, dirigido e produzido por Mark Achbar e Jennifer Abbott, baseado em roteiro adaptado por Joel Bakan de seu livro The Corporation: The Pathological Pursuit of Profit and Power (com versão em português: A Corporação: a busca patológica por lucro e poder), foram convidados CEOs, lobistas, gurus, espiões, jogadores, hipotecários, corretores de títulos e estudiosos para revelar o trabalho, curiosidades, impactos controversos e futuros possíveis de quatro grandes corporações.